Conceito
Telecare é um termo usado para descrever o apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade, prestado através de sensores que permitem uma atenção e acompanhamento mais próximo, quer das famílias quer das instituições.
A implementação de sensores cria autonomia e segurança para aqueles que se encontram em situação de dependência e demência ou, simplesmente, vivem sozinhos. Esta aplicação pode ser realizada em Instituições ou na habitação de cada um.
Objectivos
Criar maior segurança a pessoas em situações de vulnerabilidade e prestar auxílio rápido logo que solicitado.
Como funciona?
1 - Modelo simples
Instala-se um aparelho comunicador na habitação do cliente ou no quarto do residente, ligado a uma central de atendimento. O aparelho tem pré-programados vários números de telefone e, em situação de emergência, envia uma mensagem aos cuidadores.
É entregue uma pulseira com um botão de accionamento de alarme ao cliente, seja idoso ou pessoa dependente, mas com algum grau de autonomia.
Exemplo: “Uma pessoa vive só, tem ainda um grau de autonomia que lhe permite fazer as actividades da vida diária. Vai tomar banho. Ao sair da banheira escorrega e cai. Não consegue levantar-se nem consegue chegar ao telefone. Como possui a pulseira pode pressionar o botão e automaticamente o comunicador envia uma mensagem ao número de telefone pré-definido. Se não atender, envia de imediato ao número seguinte, até que um recepcione a mensagem. A pessoas que atende procura solucionar o problema.”
2 – Modelo Autónomo
São aplicados vários sensores que permitem analisar as diversas situações da vida diária das pessoas dependentes e dementes que não têm autonomia para reagir perante uma situação de perigo. O sistema procura autonomizar a avaliação dos riscos e, autonomamente, envia os alarmes para os cuidadores.
Exemplo: “Uma pessoa demente está acamada. Devido a uma situação não controlada, cai da cama. Em situação normal, não tem capacidade de reacção nem de pedir auxílio. Com a aplicação dos diversos sensores, a queda é dectectada e estes enviam um alarme de aviso de queda ao cuidador.”
Exemplo: “Um paciente precisa de ser supervisionado quanto ao nível de oxigénio do seu sangue. Tem um oxímetro que analisa a sua situação e, se a saturação no sangue ultrapassar os limites aceitáveis, acciona um alarme. Esse oxímetro está ligado ao sistema TELECARE e envia on-line os dados para o médico. Em situação de descida do nível de oxigénio, envia um alarme de urgência para o seu cuidador.”
Aplicação
TELEASSISTÊNCIA
O Modelo simples aplica alguns sensores de alarmística mais relacionados com os aspectos da vida diária, tais como o botão de alarme, sensores de porta ou janela aberta, sensores de torneira aberta ou de inundação ou detectores de fumo.
O sistema é usado frequentemente para permitir uma maior autonomia e segurança da pessoa e retardar a sua institucionalização.
TELEMONITORIZAÇÃO
Faz parte do Modelo autónomo. Implementa sensores que permitem uma monitorização da pessoa, sem a intervenção desta. É uma solução adequada para situações de demência e dependência.
A I.Zone Care implementa sistemas de monitorização remota que permitem o acompanhamento on-line de diversas situações, tais como quedas, controlo de errantes, monitorização d estado de saúde (diabetes, tensão arterial, movimento).
e-HELTH/TELEMEDICINA
Faz parte do modelo autónomo. Implementa sensores direccionados para a análise dos sinais clínicos do paciente e reporta-os ao serviço de saúde específico.
Não se trata apenas da monitorização do estado de saúde da pessoa, mas sim também de implementar acções clínicas de melhoria.
Por exemplo, num Lar residencial ou Unidade de Cuidados Continuados, implementa-se um sistema de monitorização das diversa pessoas acamadas; essa informação é enviada para a respectiva ficha clínica; mediante análise, o médico ou enfermeiro podem agir em conformidade.
Para mais informações sobre a intervenção da I.Zone Care e ser contactado por um dos nossos consultores especialistas não hesite em nos contactar clicando aqui.